Confiram oq mais a Amy anda postando em seu twitter
Novo Som do álbum Evanescence
domingo chuvoso, perfeito e eu de pijama escrevendo os últimos versos para a gravação
| Foto twitter.com/amyleeev |
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Já estão à venda os ingressos para as duas apresentações que a banda Slayer fará no Brasil em breve. O grupo norte-americano volta ao país para shows nos dias 08 e 09 de junho, em Curitiba e São Paulo, respectivamente.
Ex-vocalista do LIVE, Ed é mundialmente conhecido pelo grande sucesso que conseguiu a frente da banda. Após o lançamento de seu elogiado primeiro disco solo intitulado ALIVE, Ed volta ao país para mostrar músicas novas e sucessos como “Pain Lies On The Riverside”, “Selling the Drama”, "I Alone" e “Lightning Crashes”, entre outras do LIVE, que estarão presentes nesta tour que passará por São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Com o LIVE, Ed vendeu mais de 20 de milhões de discos e arrastou multidões para os seus shows pelo mundo todo. Sua última passagem por aqui foi em 2003, quando a banda foi headliner do Brasília Music Festival, tocando para mais de 60 mil pessoas. Milhares de fãs no Brasil foram marcados pelos sucessos do LIVE e uma nova geração está redescobrindo todo o material composto e gravado pelo vocalista, que vai do pop sofisticado ao rock ‘n’ roll. A banda foi extinta em 2009. Shows: São Paulo 30 de junho - HSBC Brasil (mais informações aqui) Rio de Janeiro 01 de julho - Vivo Rio (mais informações aqui) Porto Alegre 03 de julho - Pepsi On Stage (mais informações aqui)
O clima era de “balada”, como adiantou Bono em engraçado português às 90 mil pessoas que compareceram ao Morumbi na noite deste sábado (9) para o primeiro dos três shows do U2 no Brasil. Mas, no final, a alegria deu lugar à tristeza: na última canção, “Moment of surrender”, o líder da banda de Dublin fez um discurso em homenagem às 12 crianças vítimas do massacre na Escola Municipal Tasso de Silveira, em Realengo, no Rio. “Liguem seus isqueiros, seus celulares, vamos homenagear essas crianças e suas famílias”, pediu o cantor, enquanto o nome da uma dúzia de vítimas aparecia no telão 360º. Um momento triste e bonito, que marcou a segunda parte (melancólica) do bis. O oposto da energia que o grupo levou ao palco a partir das 21h40. Trem das 21h40 Logo após o show do Muse, que terminou às 20h40, o Morumbi já estava lotado. Casais, muitos grupos de amigos e de excursões faziam pose em frente à “garra” assim que desciam da rampa em direção ao estádio. Às 21h30 o mesmo relógio começou a se desintegrar e o sistema de som da “garra” colocou “Trem das onze” (Adoniran Barbosa) para tocar. Minutos depois ecoou “Space oddity” (David Bowie), que serviu para o telão ligar de vez e trazer a ilustração de uma nave especial. Pelas janelas dele se espia o grupo chegando ao palco, um ritual voyeur que acontece desde a turnê Zoo TV (1992-1993). Assim como nas três apresentações argentinas, o U2 abriu com “Even better than the real thing”. A escolha não foi das melhores, visto que boa parte do público pulava mais pela empolgação de ver a banda ao vivo do que por gostar da música. Esses dois fatores se juntaram, porém, quando The Edge disparou o riff de “I will follow”.O som, até então abafado, só melhorou a partir de “Magnificent”. Aqui vale um parêntese: a “garra” e o telão foram teoricamente desenhados para que qualquer pessoa, de qualquer ponto do estádio, tenha uma visão privilegiada. Isso não é lá muito verdade... Quem pagou para ficar no setor amarelo, atrás do palco, poderá de fato ver o show, mas praticamente só pelo telão 360º e com os músicos de costas. Dia de pizza, Pixinguinha e vaias à Dilma Se o palco deixa uma falsa impressão, o mesmo não se pode dizer do telão de 500 mil pixels. Faltam adjetivos para defini-lo. Se até “Magnificent” ele serviu apenas para exibir os integrantes do U2, ora em cores ora em preto e branco, em “Mysterious ways” ele mesclou o conteúdo ao vivo com imagens psicodélicas de uma dançarina.
Depois, antes de “I still havent’ found what I’m look for”, ele mostrou a tradução simultânea de algo que Bono inventou de improviso. “Hoje é dia de balada, de comer pizza e passear”, brincou o vocalista, ovacionado. “Sou pepperoni”, riu, comentando depois quais seriam os sabores de cada músico se eles fossem o prato. “Adam é mais exótico, seria pizza de banana. Edge está sempre atrás do obscuro, então seria uma pizza de jaca. Larry não teria nada de queijo nem tomate. Nós o chamaríamos de pizza boa pinta”, continuou. Outras referências ao Brasil aconteceriam durante a noite. Antes de “Beautiful day”, Bono puxou uma garota da “red zone” e, juntos, leram um trecho de “Carinhoso” (Pixinguinha). O público veio abaixo. Reação oposta aconteceu quando o vocalista citou seu encontro com a presidente Dilma Rousseff (http://g1.globo.com/Tragedia-em-Realengo/noticia/2011/04/bono-e-dilma-rezam-em-memoria-vitimas-da-tragedia-em-realengo.html): as vaias engoliram os aplausos. O repertório do primeiro show em São Paulo, de 23 canções, priorizou os trabalhos do U2 da década de 1990 até a primeira metade dos anos 2000. Ficaram de fora canções de 30, 25 anos atrás, como “New years day”, “Pride (in the name of love)”e “Bad”, executadas nos dois últimos concertos portenhos da semana passada - o último show teve 25 músicas tocadas, por sinal. O set list da apresentação de sábado, por outro lado, foi igual à primeira de Buenos Aires. Fica então a torcida para que o mesmo cronograma se repita em São Paulo nos próximos shows. Set list: 1 - “Even better than the real thing” 2 - “I will follow” 3 - “Get on your boots” 4 - “Magnificent” 5 - “Mysterious ways” 6 - “Elevation” 7 - “Until the end of the world” 8 - “I still haven't found what I'm looking for” 9 - “Stuck in a moment you can't get out of” (acústico) 10 - “Beautiful day” 11 - “In a little while” 12 - “Miss Sarajevo” 13 - “City of blinding lights” 14 - “Vertigo” 15 - “I'll go crazy if I don't go crazy tonight” 16 - “Sunday bloody Sunday” 17 - “Scarlet” 18 - “Walk on” Bis 1: 19 - “One” 20 - “Where the streets have no name” Bis 2: 21 - “Hold me, thrill me, kiss me, kill me” 22 - “With or without you” 23 - “Moment of surrender” Fonte: G1
Já sobre as participações em seu álbum solo (intitulado Slash), ele diz que foi uma honra ter gravado com cada um deles, pois "provavelmente foram as sessões de gravação mais incríveis que já tive", com destaque para a participação de Ozzy Osbourne e Alice Cooper, artistas que admira desde criança. Slash chega a mencionar que seu maior desejo é gravar algo com Stevie Wonder. Em turnê com o excelente e versátil vocalista Myles Kennedy (Alter Bridge), Slash diz que chegou a convidá-lo para substituir Scott Weiland (Stone Temple Pilots) no projeto Velvet Revolver, porém o vocalista recusou por estar comprometido com o Alter Bridge e as agendas de ambas as bandas não conciliarem. "Ainda não encontramos alguém para o posto de vocalista, mas se eu pudesse, escolheria Myles. Ele é o único capaz de cantar todas as músicas.", diz Slash, negando também a possibilidade da entrada de Sebastian Bach (ex-Skid Row) e Corey Taylor (Slypknot) na Velvet Revolver. "A maior vantagem de ter uma carreira solo é de que não preciso responder nada à ninguém, sou responsável por todo o processo. Gosto de estar no comando.", referindo-se a diferença entre ter uma banda e uma carreira solo. Sobre os shows no Japão, Slash comenta que gostaria de ter tocado em Tokyo e Yokohama, porém os promotores avisaram que não havia como realizar o evento nas cidades, em decorrência das catástrofes recentes (terremotos e tsunamis). O guitarrista chegou a tocar em Osaka, no dia 14, e adiou os outros shows. "Não cancelamos os outros shows, porém só dava pra fazer em Osaka, pois era o primeiro. Se tivessem liberado, teríamos tocado para dar alguma alegria àquelas pessoas, mas com a possibilidade de uma nova catástrofe, impossibilitaram o evento, infelizmente.", diz Slash. Sobre o jogo Guitar Hero, no qual se expôs ao mundo juvenil de forma bastante enfática, passando a ser admirado por crianças e adolescentes, Slash diz que foi uma experiência incrível.
A banda Muse é quem vai abrir os shows do U2 no Brasil nos dias 9, 10 e 13 de abril. Provavelmente o convite para a abertura dos irlandeses na América Latina pintou depois que o guitarrista do U2 The Edge participou do show dos britânicos no Glastonbury de 2010. O festival é conhecido por revelar talentos e por impulsionar a carreira de artistas europeus. O grupo formado por Matthew Bellamy (vocal, guitarra e piano), Christopher Wolstenholme (baixo) e Dominic Howard (bateria) tem uma história bem parecida com o U2: os três se reuníram na escola em 1994. Com cinco CDs de estúdio lançados, o último The Resistance foi o que deu fama ao grupo - destaques para os sucessos, além da faixa que empresta o nome ao disco - Uprising e Undisclosed Desires.
Muse ficou mais famoso pelo apelo popular dado a eles pela autora da série Crepúsculo - livros que ganharam versões cinematográficas -, que trata do amor do vampiro Edward pela humana Bella. Stephenie Meyer dedicou todos os livros à banda, e disse que sem a música deles os livros da saga vampiresca nem teriam sido criados. Muse, inclusive, fez parte da trilha sonora de todos os filmes, tendo lançado uma música inédita para Eclipse, intitulada Neutron Star Collision: Love is Forever.
No show, de aproximadamente 45 minutos, nada é montado especialmente para as apresentações da banda de abertura. O palco é o mesmo da 360º Tour, mas nos telões são mostradas imagens do Muse. Nos shows dos Estados Unidos, por exemplo, havia vídeos com a temática de The Resistance nas garras do palco, diferente do Chile, que exibiu cenas do que acontecia ao vivo no show.
Em 2008, entre julho e agosto, a banda se apresentou em São Paulo (no HSBC Brasil), no Rio de Janeiro (Vivo Rio), e em Brasília no Festival Porão do Rock. Foi a primeira vez deles no Brasil, apresentando os quatro CDs lançados até aquela época. Desde então, eles só lançaram The Resistance (2009).
Confira o possível setlist brasileiro:
Plug In Baby
Resistance
Time Is Running Out (House of the Rising Sun intro)
United States Of Eurasia
Uprising
Starlight
Stockholm Syndrome
Knights of Cydonia (Man With A Harmonica intro)
O Rio de Janeiro vai receber show de Paul McCartney dentro da turnê 'Up and Coming Tour 2011'. A apresentação foi confirmada na manhã desta quarta-feira (6) pela assessoria dos organizadores do evento. Na manhã de quinta-feira (7) serão divulgados detalhes do show em entrevista coletiva. Participarão da divulgação dos dados da apresentação representantes da Planmusic Entretenimento, do Bradesco e da Prefeitura do Rio de Janeiro.
América Latina
Na terça-feira (5), Paul McCartney confirmou apresentação em Lima, no Peru. Ele usou o YouTube para anunciar o show. O músico tocará no Estádio Monumental no dia 9 de maio. Clique aqui e veja o vídeo.
O cantor fez três shows no Brasil no ano passado: tocou duas vezes em São Paulo, no estádio do Morumbi, e uma no Beira Rio, em Porto Alegre, em novembro.
Fonte: G1
Após várias excursões e abrir show para diversos artistas importantes como KISS, Danzig, Nevermore, Nightwish, Motorhead e outros, finalmente as belas garotas norte-americanas do The Iron Maidens, tributo feminino ao Iron Maiden, chegam ao Brasil. A CP Management e a Rock Brigade Record estão agendando extensa turnê pelo país para o próximo mês de junho. Elas tem apresentação confirmada para o dia 18 de junho, no Estúdio M, em São Paulo. As cidades de Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte também devem fazer parte da excursão. Recentemente, Kirsten “Bruce Chickinson” Rosenberg, Wanda “Steph Harris” Ortiz, Sara “Mini Murray” Marsh, Courtney “Adriana Smith” Cox e Linda “Nikki McBurrain” McDonald estiveram pela América do Sul, mas para uma rápida passagem, que bateu um recorde bem interessante. O grupo foi responsável pela venda de seis mil ingressos nas primeiras 12 horas do festival venezuelano Gillmanfest-Barquismetal 2011. Elas superaram a marca do Metallica, que vendeu cinco mil ingressos em dois dias. As Donzelas de Ferro foram a primeira banda estrangeira apenas com mulheres a se tocar na Venezuela.
Formada em 2001, The Iron Maidens se tornou uma das bandas mais populares da Califórnia e rapidamente conquistou reconhecimento internacional. Além de lindas, as integrantes da banda são eximias musicistas. A performance delas é tão fiel, que até a presença do mascote Eddie e as tradicionais coreografias fazem parte do espetáculo.
As provaveis datas da nova turnê pela América do Sul, até o momento, são:
14 de Junho @ TBA Buenos Aires - Argentina
16 de Junho @ TBA Porto Alegre
17 de Junho @ TBA Curitiba
18 de Junho @ Estúdio M, São Paulo
19 de Junho @ TBA Belo Horizonte
Mais informações, valores, pontos de venda, aqui.
Fonte: Ultimate Music Press
Já estão à venda os ingressos para a única apresentação do Finntroll, um dos principais nomes do Folk Metal Mundial, no Brasil. O show que acontece no próximo dia 8 de Maio, no Carioca Club, em São Paulo, marcará o encerramento da primeira turnê dos finlandeses pela América do Sul. Neste momento, Mathias 'Vreth' Lillmåns (vocal), Samuli 'Skrymer' Ponsimaa (guitarra), Sami 'Tundra' Uusitalo (baixo), Samu 'Beast Dominator' Ruotsalainen (bateria), Henri 'Trollhorn' Sorvali (teclado) estão em plena a turnê de promoção do álbum Nifelvind, lançado, no ano passado, via Century Media Records. Este trabalho foi gravado no Sonic Pump Studios, em Helsinque, Finlandia, e masterizado por Mika Jussila, no renomado Finnvox Studios. A capa do disco foi feita pelo próprio guitarrista Skrymer.
Os ingressos para esta noite que, desde já promete ser histórica, podem ser adquiridos nas lojas Lady Snake, na tradicional Galeria do Rock, ou pela internet, nos site das empresas Ticket Brasil e Ingresso Rápido.
O ingressos estão sendo comercializados pelos seguintes valores: Pista - 1° Lote R$ 70,00 (Promocional e Estudante) / 2° Lote R$ 80,00 (Promocional e Estudante) e camarote - Lote único R$ 120,00 (Promocional e Estudante).
A banda de abertura será a santista Opus Tenebrae, que, recentemente, dividiu palco com os suíços do Eluveitie, em São Paulo.
Vale a pena lembrar que, será obrigatório a apresentação da carteirinha de estudante na entrada da casa e as pessoas que adquirirem o ingresso promocional deverão levar 1kg de Alimento não-perecível no dia do show (proibido sal e açúcar). Censura: 16 anos.
Veja aqui mais detalhes sobre valores e pontos de venda.
Fonte: The Ultimate Music Press
Em turnê pelo Brasil, Ozzy Osbourne lança pela gravadora Sony Music uma edição especial do álbum Scream chamada - Scream - Brazil Edition. Com três faixas inéditas e outras três ao vivo, a reedição traz na capa o cantor segurando uma bandeira do Brasil.
Os primeiros shows de Bob Dylan na China, na quarta-feira (6) em Pequim e dois dias depois em Xangai, demonstram que os tempos estão mudando e as produtoras de espetáculos batem à porta do gigante asiático para outras apresentações de estrelas internacionais. Os shows de Dylan constituem o maior acontecimento musical na China desde a passagem dos Rolling Stones, em 2006, por Pequim e Xangai.
Bob Dylan, que teve apresentações canceladas ano passado, ao que parece por um veto do ministério da Cultura, se apresentará em uma turnê organizada pela empresa americana Live Nation. A também americana AEG é outra produtora que busca marcar presença na China.
A AEG administra duas salas de espetáculos de 18 mil lugares em Pequim e Xangai. Em março, a empresa levou os veteranos dos Eagles à China. "Os grandes grupos estão muito interessados. Não é um mercado onde poderão gerar muito faturamento com álbuns, mas podem obter dinheiro com os shows, o que é crucial para os artistas", disse Craig Hartenstine, um dos vice-presidentes da AEG.
Apesar das previsões otimistas após os shows dos Rolling Stones, a China não conseguiu impor-se no mapa das grandes turnês mundiais. Jacarta, na Indonésia, recebe mais estrelas do rock que Pequim ou Xangai.
Em fevereiro, Janet Jackson, Eric Clapton e Taylor Swift se apresentaram em Hong Kong e nos países vizinhos, mas não viajaram à China continental.
A principal dificuldade é a difícil relação entre o regime comunista e o rock, que tem uma cultura de sexo e protesto política. O ministério da Cultura impediu os Stones de cantar canções como Brown Sugar, considerada de teor forte, em 2006.
O Oasis teve que cancelar apresentações na China em 2009, depois que as autoridades proibiram a viagem do grupo britânica em função do fato do guitarrista Noel Gallagher ter participado de um festival em apoio ao Tibete em 1997. A cantora islandesa Bjork causou irritação do governo ao gritar "Tibete" em um show em Xangai em 2008.
Os pedidos passaram a ser mais aceitos nos últimos anos. A canadense Avril Lavigne cantou no país em 2008 e já tem apresentações agendadas para o fim de abril.
O maior problema agora é financeiro, segundo Steve Sybesma, sócio em Xangai da produtora Ato Ato, que já levou para a China artistas como Norah Jones e o Black Eyed Peas. "A primeira dúvida para um artista que se apresenta em qualquer lugar é se pode vender ingressos em quantidade suficiente", afirma Sybesma.
O rock internacional continua sendo um nicho no mercado de 1,3 bilhão de pessoas dominado pelas canções pop em chinês. A pirataria e o download afetaram seriamente as vendas de música. "Como a maior parte do faturamento vem dos shows, a maioria dos artistas não está disposta a reduzir o preço dos ingressos, exceto aqueles que consideram a China a futura mina de ouro", explica Archie Hamilton, diretor executivo da produtora Split Works.
"Estou na China há oito anos e acredito neste mercado. Só é preciso ter paciência", afirma Sybesma.
E, de fato, nesta segunda-feira ainda era possível comprar ingressos para os shows de Bob Dylan tanto em Xangai como em Pequim.
Fonte: Terra
Depois do Gang of Four, outra das mais importantes bandas do pós-punk inglês acerta shows no Brasil. The Cure chega no final de setembro/início de outubro como parte de uma turnê sul-americana que passa ainda por Argentina, Chile e possivelmente mais países. Cidades e locais serão definidos a partir do momento em que se tiver o desenho completo da turnê. A banda comandada pelo cantor e guitarrista Robert Smith, 51, fez enorme sucesso nos anos 1980. Emplacou nas paradas músicas como "Boys Don't Cry", "Close to Me" e "In Between Days".
O CD mais recente é 4:13 Dream, de 2008.
O Cure veio ao Brasil pela primeira vez ainda na época em que estava no auge, no final dos anos 1980. Na década seguinte, passou por aqui em 1996, quando foi uma das atrações do extinto festival Hollywood Rock.
Dica
Em dezembro do ano passado, Smith indicou, no site oficial do Cure, que a banda poderia vir à América do Sul em 2011. Citando aquela que seria a única apresentação do grupo na Europa, neste ano, o grupo escreveu "se você mora na América do Sul, deve esperar um pouco antes de comprar seu ingresso para esse show na Inglaterra".
Fonte: Destak