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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Livro de tecladista do The Doors sobre Jim Morrison vai virar filme



«The Poet in Exile», livro do teclista do The Doors Ray Manzarek sobre o companheiro de banda Jim Morrison, vai ganhar uma adaptação cinematográfica.

A realização, argumento e produção ficará por conta de Tim Sullivan («Chillerama»), e Ray Manzarek vai co-produzir a longa-metragem. As filmagens devem começar em 2012.

Lançado em 2001, «The Poet in Exile» é uma obra ficcional e questiona se Jim Morrison estaria realmente morto ou se fingiu a sua própria morte e agora vive escondido numa ilha.

A história da banda foi levada ao cinema em 1991 por Oliver Stone no filme «The Doors» e mais recentemente no documentário «When You´re Strange», de Tom DiCillo, lançado em 2009.

Fonte: DiárioDigital

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

34 anos sem Elvis

Gente dia 16 de agosto fez 34 anos que o Elvis morreu, com apenas 42 anos.

Fica um vídeo em sua homenagem.







quarta-feira, 13 de julho de 2011

13 de Julho - Dia Mundial do Rock



O dia 13 de Julho ficou conhecido como dia mundial do Rock devido ao Show Live aid (13/7/85) anos mais tarde uma segunda edição com o nome de Live 8 (2005) também ocorrida em Julho, ambos Organizado pelo Rockeiro Bob Geldof vocalista da banda Boomtown Rats.

A intenção era arrecadar fundos para diminuir a fome na Etiópia e convencer o g8 a perdoar as dividas dos países pobres. Foi conhecido então o dia 13 de Julho como Dia do Rock.

Live aid aconteceu na inglaterra e EUA e teve a presença de grandes musicos, Led Zeppelin, Paul McCartney, Phil Collins, Black Sabbath, U2, Queen, Madonna, The Who entre outros...



Mas, antes do show Live aid Bob Geldof já preocupado com a fome na etiopia, havia criado uma banda "Band Aid" com ela a musica "Do they know its christmas" junto com Bono, PaulMc, DuranDuran, The edge e Boy george para ajudar a causa que defendia com ela arrecadou milhões muito mais do que o esperado, sendo a musica mais vendida no Reino Unido, tempos mais tarde a idéia fora copiada por Michael jackson, Stevie wonder e Lionel Richie com a musica "We are the world"


Tá aii Grande Bob





Live Aid 1985

Queen


Do they know its christmas -Bob

U2

Led Zep

We are the world

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Charlie Watts, baterista dos Stones completa 70 anos



Charlie Watts, o elegante baterista dos Rolling Stones completa hoje 70 anos de idade. Como o baixista original Bill Wyman - nascido em 1936 - há anos deixou a banda, isso faz dele o primeiro Stone setentão.

Com seu estilo seco e econômico Watts se tornou um dos mais influentes bateristas do rock. O curioso é que ele jamais gostou de música pop nunca tendo negado que entrou nessa no começo dos anos 60 pelo dinheiro que lhe parecia muito convidativo.

A grande paixão de Charlie sempre foi o jazz e é ali que ele se refugia quando os Rolling Stones estão dando um tempo, seja fazendo discos com outros músicos e orquestras ou excursionando. Em 2004 o baterista soube que estava com um câncer na garganta, mas ele conseguiu superar a doença. Charlie Watts agora faz companhia a outro baterista lendário que chegou ano passado aos 70 anos, o eterno Beatle Ringo Starr.

Fonte: Vagalume

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Bob Dylan estará se apresentando no festival SWU 2011


Segundo o Jornal Folha de São Paulo, o cantor Bob Dylan estará se apresentando no festival SWU.

Bob Dylan faz mito sucesso à anos. Desde sua adolescência já era apaixonado pelo folk, então deu início a sua carreira em 1962 e já lançou mais de 60 discos desde então.

O evento SWU que promove a sustentabilidade através da música, teve muito sucesso no ano passado e foi realizado em Itu. Esse ano houve algumas mudanças e o evento será realizado em Paulínia, interior de São Paulo.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo

Divulgados detalhes de novo disco do Yes



Gravado em Los Angeles no ano passado, "Fly From Here", o novo álbum de estúdio do Yes depois de 10 anos conta mais uma vez com a arte de Roger Dean para a capa e atualmente com os seguintes integrantes:

Chris Squire: baixo
Steve Howe: guitarras
Alan White: bateria
Benoît David: vocais
Geoff Downes: keyboards
Trevor Horn: produtor e co-escritor

1. Fly From Here - Overture (1:54)
2. Fly From Here Pt I - We Can Fly (6:01)
3. Fly From Here Pt II - Sad Night at the Airfield (6:42)
4. Fly From Here Pt III - Madman at the Screens (5:17)
5. Fly From Here Pt IV - Bumpy Ride (2:15)
6. Fly From Here Pt V - We Can Fly Reprise (1:49)
7. The Man You Always Wanted Me to Be (5:18)
8. Life on a Film Set (5:12)
9. Hour of Need (3:08)
10. Solitaire (3:30)
11. Into the Storm (6:54)

Solitaire é uma peça acústica de Steve Howe e a faixa pivô "Fly From Here" é baseada em uma composição das sessões de gravação do album "Drama" de 1980.

O álbum também estará disponível nos seguintes formatos:
CD; CD + DVD* Digipak; LP (FR LP 520); box set with CD, vinyl + DVD*

*DVD: making-of documentary (25 minutes); "We Can Fly" videoclip

Datas de lançamento:
22 Jun, Japan: Avalon
1 Jul, Europa: Frontiers Records
12 Jul, USA: Frontiers Records

Fonte: Whiplash

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Etta James internada com grave infecção



A cantora Etta James está hospitalizada por causa de uma infecção sanguínea, anunciou seu filho nesta sexta-feira (13).

A cantora de jazz e blues, que tem 73 anos, foi internada em um hospital de Riverside, Califórnia, no início desta semana por uma infecção do trato urinário e septicemia por infecção do sangue, disse seu filho Sametto James.

- Foi uma infecção realmente grave. Agora ela já está bem melhor.

Etta James recebeu três prêmios Grammy, e suas canções, como The Wallflower e Good Rockin' Daddy, fizeram dela uma figura chave dos primórdios do rock 'n' roll.

Sua gravação mais famosa, a balada At Last, de 1961, comprovou sua maestria como intérprete de blues.

Etta James foi incluída no Hall da Fama do Rock and Roll em 1993 e já enfrentou problemas com a obesidade, tendo feito cirurgia bariátrica em 2003.

Fonte: R7

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Show Asia




quinta-feira, 21 de abril de 2011

Guitarrista fundador do Judas Priest deixa a banda

O guitarrista K.K. Downing, um dos fundadores do Judas Priest, anunciou sua saída do grupo nesta quarta-feira (20).

 De acordo com o anúncio postado no site oficial da banda, ele será substituído por Richie Faulkner, 31, mantendo intactas as datas confirmadas para a turnê Epitaph, que começa no dia 7 de junho e passará pelo Brasil em setembro - com shows em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

A nota também afirma que novo espetáculo dos ingleses, um dos principais representantes do estilo - com quase 40 anos de carreira -, incluirá músicas de todos os álbuns do grupo, entre elas algumas que nunca foram apresentadas ao vivo.
Será a quinta passagem pelo País dos "deuses do metal", formados por Rob Halford (vocal), Glen Tipton (guitarra), Ian Hill (baixo) e Scott Travis (bateria).

Confira a nota do site oficial na íntegra:
É com grande pesar que o Judas Priest anuncia que K.K. Downing se retirou formalmente da banda e, portanto, não se juntará a eles na próxima turnê do grupo, Epitaph.

A banda respeita a sua decisão e, naturalmente, lhe deseja o melhor.

Após pensar por um bom tempo e atenção sobre como proceder, Rob, Glen, Ian e Scott concordaram de forma unânime que deveriam seguir em frente com a turnê e não decepcionar os fãs ao redor do mundo.

A fé também esteve presente e entregou ao grupo o substituto perfeito: Richie Faulkner, guitarrista de 31 anos. Ele se encaixou perfeitamente à banda e é um grande talento, que ajudará a incendiar o palco!
A turnê de Epitaph incluirá canções de todos os discos de estúdio do Priest, faixas que eles nunca apresentaram no palco, além das velhas favoritas!

Com um novo álbum a ser lançado no próximo ano, os Deuses do Metal estão se preparando para rodar o planeta mais uma vez - o melhor do heavy metal, com direito a lasers, luzes, motocicletas e fogo do inferno!
É um show que não se pode perder!

Fonte: Terra

terça-feira, 19 de abril de 2011

Próximo disco do Iron Maiden pode demorar a sair

Pelo jeito, os fãs do Iron Maiden vão ter que esperar um pouco até a chegada de um novo álbum.

O guitarrista da banda, Dave Murray, ao site RockNewsDesk que a banda tem um processo democrático quando se trata de fazer novos álbuns. Ele revelou que o Iron Maiden só irá gravar um novo CD quando os seis membros concordarem em fazer um trabalho inédito.


"É possível que haverá outro álbum, mas é difícil dizer no momento. Definitivamente não será no próximo ano; de jeito nenhum". Indo um pouco mais além, Murray revelou que quando a banda se reunir outra vez para conversar, o novo álbum será o principal assunto da roda.


Em 2010, o Iron Maiden ganhou um prêmio no Grammy pelo álbum "The Final Frontier".


Fonte: Virgula

sábado, 16 de abril de 2011

Kiss começa a gravar sucessor de “Sonic Boom”



Mais um disco começa a nascer na extensa carreira da banda norte-americana Kiss. O grupo começou as primeiras gravações do novo material na última quarta-feira, 13, e deve superar o antecessor, “Sonic Bloom”, segundo o vocalista e guitarrista Paul Stanley.


“Quarta-feira, 13 de abril. Estamos no estúdio novamente fazendo o sucessor de ‘Sonic Boom’. Hoje é o primeiro dia no estúdio. Todo o equipamento foi arrumado ontem. Eric Singer está sentado atrás da bateria febrilmente à espera para gravar a primeira faixa. Assim, a história será feita. Este álbum, eu estou lhe dizendo e todo mundo concorda, deixa ''Sonic Boom'' no chão. Então isso é incrível e você estará ouvindo isso em breve”, disse o ‘Starchild’.


O Kiss ainda não divulgou nenhuma informação referente ao título, repertório ou data de lançamento do novo álbum, mas em entrevista dada para uma rádio no mês passado, Gene Simmons afirmou que o novo álbum é “o próximo passo depois de ‘Sonic Boom’”.


“É muito parecido ao Sonic Boom - canções diretas de Rock, sem baladas, sem teclados, nada, apenas Rock. Várias músicas foram escritas pela banda toda, sem compositores de fora, apenas a banda fazendo o que fizemos nos três primeiros discos – nós mesmos compondo nossas músicas”.


Fonte: Rock Online

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Virada Cultural terá lendas do Rock amanhã em São Paulo


A Virada Cultural 2011 será aberta com show de Rita Lee, às 18h deste sábado, na praça Júlio Prestes. No mesmo lugar, também se apresentam a veterana banda punk norte-americana Misfits, o músico Edgar Winter e ícones do rock brasileiro nos anos 1980 – Plebe Rude, Blitz e a volta do RPM, com Paulo Ricardo.

No palco Barão de Limeira, KL Jay (DJ dos Racionais MC's) fará um show da festa "011 - SP", que reúne diversos convidados da cena paulistana. No mesmo local, haverá apresentações de Toni Tornado com Don Salvador, Mart'nália, Paulo Miklos e Quinteto em Branco e Preto tocando Noel Rosa. No encerramento, Paulinho da Viola toca com uma orquestra.

No Largo do Arouche, diferentemente de anos anteriores, em que o local sediava shows de brega, tocarão Ritchie, Os Incríveis, A Cor do Som, Marina Lima e Erasmo Carlos, que fecha a programação. O palco da av. São João será dedicado ao reggae, ska e música latina. Dois nomes internacionais estão confirmados: os jamaicanos do Skatalites e o reggae britânico do Steel Pulse.

Entre as novidades, há um palco no Viaduto do Chá exclusivo para humoristas de stand-up comedy. No total, 28 artistas passarão pelo local, entre eles Danilo Gentili e Robson Nunes. No Anhangabaú, será erguido um ringue de luta-livre que vai reunir pugilistas do México e Brasil. O histórico Cine Windsor, no Centro, exibirá durante 24 horas só filmes de Zé Caixão, enquanto o Cine Dom José abrigará filmes-catástrofe – saiba mais sobre a programação nos cinemas. Já a banda Beatles 4ever prepara uma maratona diferente: tocar todas as faixas de todos os discos dos Beatles.

Veja abaixo a programação completa do palco Rock, na Praça Júlio Prestes:

18h00 - Rita Lee
20h00 - Edgar Winter (EUA)
22h00 - Irmandade do Blues & Larry Mccray (EUA)
00h00 - Slim Jim Phantom (baterista dos Stray Cats - EUA)
02h00 - The Misfits (EUA)
04h00 - Voodoo Zombies (Chile)
06h00 - Texas Hippie Coalition (EUA)
08h00 - P.O.D. (EUA)
10h00 - Tihuana
12h00 - Charlie Brown Jr
14h00 - Plebe Rude
16h00 - Blitz
18h00 - RPM

Fonte: IG/Último Segundo

The Smiths relança disco clássico em versão limitada



A banda inglesa The Smiths, antigamente liderada pelo vocalista Morrissey, decidiu relançar seu clássico álbum The Queen Is Dead neste sábado (16) no Record Store Day, data de comemoração dedicada às lojas de discos que acontece em diversos países. As informações são do site Gigwise.

O álbum, originalmente produzido em 1986, terá uma nova edição remasterizada, trabalhada pelo guitarrista Johnny Marr. Apenas 1500 cópias serão disponibilizadas para venda, esta que se restringe ao Reino Unido.

Na época de seu lançamento, The Queen is Dead alcançou o segundo em vendas nas paradas mundiais e permaneceu no ranking por 22 semanas.

Outros artistas estão preparando novidades para o Record Store Day: Radiohead, Beastie Boys, Tinie Tempah e Gorillaz lançarão novas músicas na data.

Fonte: Terra

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Brian May grava música em homenagem a Yuri Gagarin




Brian May gravou uma música inédita dedicada ao cosmonauta Yuri Gagarin, que há exatos 50 anos tornava-se o primeiro homem a chegar ao espaço. Ainda sem título revelado, a faixa contou com a colaboração do grupo de música eletrônica Tangerine Dream.


A novidade será apresentada durante o Starmus Science and Music Festival, que acontece de 20 a 25 de junho, na ilha Tenerife (Espanha). O guitarrista inglês, que é Doutor em Astrofísica, ainda deve registrar outra faixa (com o Tangerine Dream), a qual também será dedicada a um cosmonauta: Alexei Leonov, o primeiro a realizar uma caminhada espacial.


Brian May concluiu seus estudos em Astrofísica em 2007, cerca de 30 anos depois de tê-los iniciado. O músico interrompeu sua dedicação acadêmica para cuidar da carreira do Queen – com a qual, vale ressaltar, foi muito bem-sucedido. Em 2006, dividiu com o renomado astrônomo inglês Sir Patrick Moore a autoria do livro 'Bang! The Complete History of the Universe'.


Fonte: Guitar Player

Steven Tyler promete biografia sem censura




O cantor Steven Tyler, da banda Aerosmith, vai lançar mundialmente sua autobiografia em 3 de maio, prometendo compartilhar "todas as histórias não-expurgadas e alucinantes de libertinagem, sexo e drogas, transcendência e dependência química que você sempre quis escutar".


O livro, intitulado "Does The Noise in My Head Bother You?" ("O ruído na minha cabeça lhe incomoda?", em tradução literal), sai num momento em que o vocalista de 63 anos conquista novos fãs - muitos alheios ao seu passado sórdido -, graças à sua atuação como jurado no programa de calouros "American Idol".


Tyler já havia contado sua vida em "Walk This Way", de 1997, em que ele e os seus colegas de banda colaboraram com Steven Davis. Desta vez, ele trabalhou em parceria com David Dalton. A obra será publicada pela editora Harper Collins, subsidiária da NewsCorp, disse a empresa na terça-feira.


Nesse intervalo de 14 anos, Tyler se separou da sua segunda esposa, foi para clínicas de reabilitação, passou por uma cirurgia na garganta, revelou que tem hepatite C e travou uma briga feia - e pública - com seus companheiros do Aerosmith. Além disso, sua primeira esposa morreu, ele virou avô, e o Aerosmith entrou para o Hall da Fama do Rock.


Nascido como Steven Victor Tallarico, em 1948 em Yonkers (Nova York), Tyler chegou à fama no início dos anos 70, quando o Aerosmith surgiu como a resposta norte-americana aos Rolling Stones. Na verdade, o agitado Tyler e o lacônico guitarrista Joe Perry se inspiravam em Mick Jagger e Keith Richards, e ganharam o apelido de "Os Gêmeos Tóxicos".


Com sucessos como "Dream On", "Walk This Way" e "Back in the Saddle", a banda lotava estádios por toda parte. Mas a coisa começou a desandar no final dos anos 70, quando as drogas tomaram conta da banda. Perry e o também guitarrista Brad Whitford pararam por alguns anos, e o Aerosmith entrou para o triste rol das vítimas do rock.


Mas em meados da década de 1980, com um novo empresário que os obrigou a uma reabilitação, a banda iniciou um improvável regresso, ajudada pelos populares videoclipes da MTV e pela recuperação da popularidade do rock pesado.


Já a última década tem sido difícil para a banda, que luta para gravar um novo álbum com inéditas - o primeiro desde "Just Push Play", de 2001. Fãs tradicionais acham que o Aerosmith tem cantado baladas demais e ficaram chocados em verem seus calejados heróis se apresentando no intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano) ao lado da garotada do 'N Sync.


As tensões internas explodiram em 2009, quando Tyler caiu do palco durante um show e seus companheiros, irritados, ameaçaram chamar um novo vocalista para o lugar dele. Tyler contratou uma equipe para gerir sua carreira e mal se comunicava com os demais músicos do Aerosmith, enquanto já fazia planos para um voo solo.


Mas os velhos laços parecem ter sido resgatados, e a banda vem lentamente trabalhando em um novo álbum, enquanto Tyler dá seus bem-humorados palpites em "American Idol", o programa de TV mais visto dos EUA. (Reuters)


Fonte: IG/UltimoSegundo

terça-feira, 12 de abril de 2011

Warrant divulga capa e data de lançamento do novo álbum

Já está pronto o novo álbum de estúdio da banda Warrant e o grupo divulgou algumas informações sobre o trabalho. O disco recebeu o nome de “Rockaholic” e será lançado na América do Norte em 17 de maio, via Frontiers Records. A capa éa imagem que você confere ao lado. “Rockaholic” foi produzido por Keith Olsen, que já assinou trabalhou de Ozzy Osbourne, Scorpions e Whitesnake, entre outros. Este será o primeiro álbum com a atual formação do Warrant, contando com o vocalista Robert Mason, ex-Lynch Mob, que entrou para o grupo em 2008. Atualmente o Warrant é formado por Joey Allen (guitarra), Erik Turner (guitarra), Jerry Dixon (baixo) e Steven Sweet (bateria), além de Mason. A banda ainda não divulgou o repertório final de “Rockaholic”, o sucessor de “Born Again” (2006).

domingo, 10 de abril de 2011

Na estreia da turnê 360º do U2 em SP, Bono cita tragédia no Rio

O clima era de “balada”, como adiantou Bono em engraçado português às 90 mil pessoas que compareceram ao Morumbi na noite deste sábado (9) para o primeiro dos três shows do U2 no Brasil. Mas, no final, a alegria deu lugar à tristeza: na última canção, “Moment of surrender”, o líder da banda de Dublin fez um discurso em homenagem às 12 crianças vítimas do massacre na Escola Municipal Tasso de Silveira, em Realengo, no Rio. “Liguem seus isqueiros, seus celulares, vamos homenagear essas crianças e suas famílias”, pediu o cantor, enquanto o nome da uma dúzia de vítimas aparecia no telão 360º. Um momento triste e bonito, que marcou a segunda parte (melancólica) do bis. O oposto da energia que o grupo levou ao palco a partir das 21h40. Trem das 21h40 Logo após o show do Muse, que terminou às 20h40, o Morumbi já estava lotado. Casais, muitos grupos de amigos e de excursões faziam pose em frente à “garra” assim que desciam da rampa em direção ao estádio. Às 21h30 o mesmo relógio começou a se desintegrar e o sistema de som da “garra” colocou “Trem das onze” (Adoniran Barbosa) para tocar. Minutos depois ecoou “Space oddity” (David Bowie), que serviu para o telão ligar de vez e trazer a ilustração de uma nave especial. Pelas janelas dele se espia o grupo chegando ao palco, um ritual voyeur que acontece desde a turnê Zoo TV (1992-1993). Assim como nas três apresentações argentinas, o U2 abriu com “Even better than the real thing”. A escolha não foi das melhores, visto que boa parte do público pulava mais pela empolgação de ver a banda ao vivo do que por gostar da música. Esses dois fatores se juntaram, porém, quando The Edge disparou o riff de “I will follow”.O som, até então abafado, só melhorou a partir de “Magnificent”. Aqui vale um parêntese: a “garra” e o telão foram teoricamente desenhados para que qualquer pessoa, de qualquer ponto do estádio, tenha uma visão privilegiada. Isso não é lá muito verdade... Quem pagou para ficar no setor amarelo, atrás do palco, poderá de fato ver o show, mas praticamente só pelo telão 360º e com os músicos de costas. Dia de pizza, Pixinguinha e vaias à Dilma Se o palco deixa uma falsa impressão, o mesmo não se pode dizer do telão de 500 mil pixels. Faltam adjetivos para defini-lo. Se até “Magnificent” ele serviu apenas para exibir os integrantes do U2, ora em cores ora em preto e branco, em “Mysterious ways” ele mesclou o conteúdo ao vivo com imagens psicodélicas de uma dançarina. Depois, antes de “I still havent’ found what I’m look for”, ele mostrou a tradução simultânea de algo que Bono inventou de improviso. “Hoje é dia de balada, de comer pizza e passear”, brincou o vocalista, ovacionado. “Sou pepperoni”, riu, comentando depois quais seriam os sabores de cada músico se eles fossem o prato. “Adam é mais exótico, seria pizza de banana. Edge está sempre atrás do obscuro, então seria uma pizza de jaca. Larry não teria nada de queijo nem tomate. Nós o chamaríamos de pizza boa pinta”, continuou. Outras referências ao Brasil aconteceriam durante a noite. Antes de “Beautiful day”, Bono puxou uma garota da “red zone” e, juntos, leram um trecho de “Carinhoso” (Pixinguinha). O público veio abaixo. Reação oposta aconteceu quando o vocalista citou seu encontro com a presidente Dilma Rousseff (http://g1.globo.com/Tragedia-em-Realengo/noticia/2011/04/bono-e-dilma-rezam-em-memoria-vitimas-da-tragedia-em-realengo.html): as vaias engoliram os aplausos. O repertório do primeiro show em São Paulo, de 23 canções, priorizou os trabalhos do U2 da década de 1990 até a primeira metade dos anos 2000. Ficaram de fora canções de 30, 25 anos atrás, como “New years day”, “Pride (in the name of love)”e “Bad”, executadas nos dois últimos concertos portenhos da semana passada - o último show teve 25 músicas tocadas, por sinal. O set list da apresentação de sábado, por outro lado, foi igual à primeira de Buenos Aires. Fica então a torcida para que o mesmo cronograma se repita em São Paulo nos próximos shows. Set list: 1 - “Even better than the real thing” 2 - “I will follow” 3 - “Get on your boots” 4 - “Magnificent” 5 - “Mysterious ways” 6 - “Elevation” 7 - “Until the end of the world” 8 - “I still haven't found what I'm looking for” 9 - “Stuck in a moment you can't get out of” (acústico) 10 - “Beautiful day” 11 - “In a little while” 12 - “Miss Sarajevo” 13 - “City of blinding lights” 14 - “Vertigo” 15 - “I'll go crazy if I don't go crazy tonight” 16 - “Sunday bloody Sunday” 17 - “Scarlet” 18 - “Walk on” Bis 1: 19 - “One” 20 - “Where the streets have no name” Bis 2: 21 - “Hold me, thrill me, kiss me, kill me” 22 - “With or without you” 23 - “Moment of surrender” Fonte: G1

Em Elvis Presley, Ernst Jorgensen revê a trajetória do astro em minuciosa pesquisa que lembra detalhes de cada gravação em seus 22 anos de carreira

Elvis Presley e seus paradoxos... O jovem garoto branco de Memphis invadiu as rádios em 1954 cantando música negra, um furacão com cabelos longos e roupas extravagantes em meio a artistas tradicionais. Interpretava canções countries melhor do que seus ídolos. Foi um rebelde transformado em uma espécie de herói de guerra em tempos de paz. Um roqueiro que usava smoking. De ator singelo e inexperiente tornou-se o astro mais bem pago de Hollywood. Em 1967, ganhou um surpreendente Grammy de melhor performance de música sacra e, em 1968, no auge da era hippie, foi o rebelde com roupa de couro. A trajetória do artista ressurge minuciosamente descrita em Elvis Presley - A Vida na Música, uma envolvente pesquisa sobre Elvis contada por meio de detalhes de cada gravação, seja em estúdios, palcos, quartos de hotel ou ensaios. O escritor dinamarquês Ernst Jorgensen, 60 anos, teve acesso irrestrito aos arquivos da RCA e tornou-se um especialista no catálogo do astro, responsável pelo resgate de sua obra por quase uma década. Ernst deixa de lado detalhes da vida pessoal de Elvis e centra fogo na trajetória musical do garoto de Memphis, ex-caminhoneiro, que completaria 76 anos em janeiro. Elvis ergueu seu império durante 22 anos de carreira, e não para de renovar súditos mesmo 33 anos após sua morte. O livro traz uma relação completa e detalhada da discografia, apresentando desde o número do registro de cada música até a máxima posição de cada nas paradas de sucesso. Elvis tinha o dom de fazer uma releitura especial de músicas já lançadas. Se sentisse que poderia acrescentar algo a uma canção, não tinha remorso algum em desafiar uma versão já existente. Ao todo foram mais de 700 canções gravadas. Mas a escolha do repertório não era nada fácil. O empresário que o acompanhou durante toda sua carreira, Tom ‘Coronel’ Parker, e os produtores eram responsáveis por negociar os direitos autorais com os compositores. Para garantir contrato com as editoras antes que o cantor se apaixonasse por uma música, eles só apresentavam ao astro composições que já estavam sob o controle das empresas de Elvis. Mesmo assim, o astro era capaz de ouvir dezenas de sugestões e não se interessar por nenhuma, mesmo pressionado pela RCA, cujo contrato o obrigava a gravar quatro compactos e um álbum por ano. O sucesso, relata a pesquisa, não foi apenas por golpe de sorte, boa aparência e ousadia, mas fruto de muita determinação. "Elvis tinha um enorme talento para trazer novidade e irreverência para as músicas, justamente em um momento que os jovens buscavam algo diferente, algo para chamarem de seu", diz Jorgensen ao Estado. Extremamente exigente com sua performance, sempre em busca da melhor interpretação, Elvis nunca se cansava até ficar completamente satisfeito. Muitas vezes eram necessárias mais de 20 tomadas para gravar uma master e, mesmo assim, em alguns casos, após ouvir o resultado, ele proibia a gravadora de lançar a canção. Para gravar Doncha’ Think It’s Time, em 1958, por exemplo, foram feitas 48 tomadas. Eram nas gravações mais informais, recheadas de improvisos e que lembravam as primeiras realizadas na Sun Records, sua primeira gravadora, na qual Elvis conseguia mostrar o seu melhor. O cinema também teve um importante significado na carreira de Elvis, que chegou a dizer que o ápice de sua fama seria se tornar um astro de Hollywood. Ele conseguiu, incentivado pelo Coronel que garantiu bons contratos financeiros com os estúdios. Mas a estratégia levou Elvis a participar de verdadeiros desastres, com trilhas sonoras lamentáveis e roteiros de péssima qualidade. Mesmo assim, sua versatilidade esteve presente e a performance em alguns longas foi elogiada. Os maiores destaques são Ama-me com Ternura (Love Me Tender/1956), Estrela de Fogo (Flaming Star/1958) e Coração Rebelde (Wild in the Country/1961). Ao todo foram 31 longas de ficção que tiraram o foco do que o astro mais gostava, cantar. A certa altura, o cinema apenas o deixava esgotado e entediado. "Se eu pudesse fazer uma única pergunta para ele hoje, seria ‘por que você não insistiu por melhores canções nos seus filmes?’", diz Jorgensen. A carreira de Elvis Presley sempre foi marcada por altos e baixos. Um dos seus últimos momentos foi o show Aloha from Hawaii, em 1973. Pela primeira vez na história, um show de uma hora seria transmitido ao vivo, via satélite, para o Extremo Oriente e para a Europa. Elvis, bem acima do peso, fez uso de remédios para emagrecer, exercício físico e bronzeamento para chegar próximo à antiga forma. Para o público, as apresentações foram um sucesso, mas para os observadores mais atentos havia um estranho distanciamento do artista. A estrela perdera seu brilho. Elvis sofreu muita pressão, da imprensa, da gravadora, do empresário e de produtores, dos estúdios e, principalmente, de si próprio. Durante duas décadas foi uma das celebridades mais citadas no mundo, mas nos últimos anos de vida os jornalistas apenas diziam que ele estava inchado e desanimado. Em 1976, Elvis mostrava-se cada vez mais descontente com a música e com a vida. Ele chegou a confessar ao amigo Sherril Nielsen, do Voice: "Estou entediado de ser Elvis Presley". O astro estava desmotivado e depressivo, a tal ponto de não se importar mais com o que estava gravando, situação que culminou com uma morte quase suicida em 16 de agosto de 1977. A gravadora, entretanto, manteve um alto fluxo de lançamentos de material sobre o astro, muitos deles inéditos. "Quando você se torna história, as pessoas querem ter acesso a tudo o que você fez", afirma Jorgensen. "Como esboços de Picasso, ou primeiros escritos de Shakespeare, na música não é diferente."

sexta-feira, 8 de abril de 2011

KISS gravando novo disco


O Kiss começou na última terça, 5, as gravações de um novo álbum, no Conway Recording Studios, em Hollywood, Califórnia. Foi lá também que a banda fez um dos shows da turnê Hottest Show on Earth, no último dia 17 de março. A produção será assinada por Paul Stanley e o disco deve chegar às lojas ainda este ano. Depois do lançamento, o Kiss continua em turnê. Enquanto isso não acontece, a banda vai dando asas ao seu talento em marketing e autopromoção, lançando uma nova linha de preservativos. O grupo lançou a primeira leva das chamadas KISS Kondoms em 2003. Mas agora há uma diferença: é a primeira vez que a agência reguladora de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos (FDA) permitiu o lançamento de preservativos com a estampa de imagens coloridas - no caso, uma foto do vocalista e baixista Gene Simmons. A pré-venda está disponível no site www.graphicarmor.com. Até o final do ano, devem ser lançados preservativos com a foto de Paul Stanley. Também ator Gene Simmons, que já é astro do reality show Uma Família Joia, acertou sua participação na série policial Castle, que vai ao ar no AXN, toda quarta, às 22h. De acordo com o site TV Line, Simmons irá interpretar a si mesmo e o episódio deve ir ao ar no início de maio. Castle conta a história do escritor Richard Castle (Nathan Filion), que começa a trabalhar na polícia de Nova York após um assassino copiar um personagem de um de seus livros. Após a resolução do caso, Castle continua ajudando em outras investigações, acompanhado da detetive Kate Beckett (Stana Katic). Fonte: Rolling Stone

Def Leppard divulga repertório de álbum ao vivo

A banda inglesa Def Leppard divulgou o repertório do primeiro álbum ao vivo da carreira. Chamado “Mirrorball”, o álbum estará disponível nas lojas a partir de 06 de junho. “Mirrorball” traz gravações registradas durante a turnê feita pelo grupo entre 2008 e 2009, “The Sparkle Lounge Tour”. O repertório traz 21 músicas ao vivo, incluindo clássicos como “Foolin’” e “Photograph”, e também três músicas novas, gravadas em estúdio. Uma edição com DVD bônus trará cenas da banda na estrada e trechos de apresentações. Abaixo o repertório completo: CD 1 01. Rock! Rock! (Till You Drop) 02. Rocket 03. Animal 04. C’Mon C’Mon 05. Make Love Like A Man 06. Too Late For Love 07. Foolin’ 08. Nine Lives 09. Love Bites 10. Rock On CD 2 01. Two Steps Behind 02. Bringin’ On The Heartbreak 03. Switch 625 04. Hysteria 05. Armageddon It 06. Photograph 07. Pour Some Sugar On Me 08. Rock Of Ages 09. Let’s Get Rocked 10. Action 11. Bad Actress 12. Undefeated (inédita) 13. Kings Of The World (inédita) 14. It’s All About Believin’ (inédita)